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sexta-feira, 29 de julho de 2011 Post By: circulosagradodevisõesfemininas

Editorial de JULHO| Cerimonia de Lua Nova|Coletivo de Mulheres CSVF

Olá amig@s!


Este mês foi um mês e muitas sensações de transformações à vista. 


E, além disso, tem algo de muito importante esse mês para todas nós. Como coletivo de mulheres que somos, estamos sempre buscando promover a diversidade e as qualidades da cultura da mulher. Por isso, com muito amor compartilhamos junto ao convite de um começo desafiador e consciente na Lua Nova, dia 30, no sábado, a ação que pretende ajudar a arrecadar fundos para a vinda do "Conselho Internacional das 13 avós Nativas" ao Brasil nos dias 21 a 24 de outubro de 2011 na UNIPAZ de Brasilia. 


Para isso, faremos exibições simultâneas e sincrônicas do filme das avós: "Transformando oração em ação". 


Para mais informações sobre essa ação, acesse os links:
http://www.avozdasavos.org/evento-ccs.html




E para saber as cidades que farão as exibições no dia 08 de agosto, acesse: 
http://circulosagradodevisoesfemininas.blogspot.com/p/acao-p-voz-das-avos-conselho.html

::Palavras de Maria Alice, avó do 'Conselho Internacional das 13 avós Nativas':: 

Queridas irmãs, mulheres de ação,

É com alegria que venho apresentar a vocês estas informações sobre o X Encontro do Conselho Internacional das Treze avós Nativas que este ano vai acontecer nas terras do Sul, no domínio do Condor e estamos esperando que fortaleça o cumprimento da profecia da sagrada aliança da Águia e do Condor, que significará a garantia da Nova Era. Isto já está se desenhando como um chamado forte aqui na América do Sul, pois temos recebido anúncio de vários países, irmãs querendo chegar no Encontro.

No dia 8 de agosto, estaremos realizando em São Paulo uma exposição de um filme sobre este movimento e estaremos também arrecadando fundos para ajudar nesta grande realização. A Sabrina Alves, do Clã dos Círculos Sagrados, São Paulo, Brasil, é quem está responsável por esta produção com os vários círculos de mulheres que estão articulados com ela. Tem o meu total apoio e interesse. Agradeço de coração às que puderem entrar na corrente.

Luz e Paz!
Maria Alice
www.avozdasavos.org


Para saber mais sobre o “Voz das Avós das Quatro Direções do Planeta” em Brasília, acesse: 
http://www.avozdasavos.org/programacao.html


::Para doações imediatas:: 

PARA DOAÇÕES IMEDIATAS: 
Conta para depósito: Banco do Brasil (001)
Ag: 2863-0
Conta: 411.472-8
Instituto Empreender
CNPJ: 03.666.886/0001-03






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   São Paulo - PERDIZES, Bauru, Ilha Bela, Boiçucanga, Vila Zelina, Barão Geraldo
Rio de Janeiro - Rio de Janeiro, Maricá.      Goiania - Goiania        Bahia - Salvador       Espírito Santo - Vitória   Paraná - Curitiba.      
Santa Catarina - Florianopólis        Pernambuco - Recife        Aracajú - Sergipe               Ceará -  Fortaleza

MUNDO
Perú -  Urubamba/Cusco
Portugal - Cintra e Porto
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Mulheres re-unidas em círculo na primeira noite de Lua Nova de JULHO
dia 30, SÁBADO, às 18hs!!!

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terça-feira, 28 de junho de 2011 Post By: circulosagradodevisõesfemininas

Cerimonia de LUA NOVA, Círculos sincrônicos no BRASIL e no MUNDO: de 01 JULHO, sexta as 20hs

Para o editorial desse mês, resolvi fazer uma restrospectiva. Olhar pra traz e ver que pudemos assistir a várias manifestações pelo Brasil e o mundo. 

Sinal de que estamos em tempo não só de necessidades de mudanças, mas que estamos dispostos para isso. 

No Brasil, tivemos em várias cidades a #MarchadasVadias ou #SlutWalk (São Paulo, Brasília, Recife, etc), o movimento começou no Canadá em protesto contra a afirmação de que as mulheres são estupradas em função da roupa que usam ou por qualquer outra atitude. No Brasil a campanha ganhou força e agregou outros vários motivos como por exemplo, as piadas misóginas dos componentes do programa #CQC com relação ao estupro e ao movimento do #mamaço. Abaixo compartilho, videos e outros post que recomendo fortemente a leitura. 

Tivemos também a aprovação da #uniãoHomoafetiva. Por unanimidade no o Supremo Tribunal Federal  o reconhecimento de relações homoafetivas como famílias através do instituto da união estável. Um dia muito importante na luta pela igualdade dos direitos e movimento pró laicização (que significa que as leis não  estão sob julgamento de nenhuma dourina e/ou igreja) do Estado Brasileiro. 

Na área ambiental, muitos protestos, marchas a manifestações em várias mídias sociais sobre #BELOMONTE. Inclusive a Organização do Direitos Humanos - ONU, se manifestou contra a liberação brasileira para a construação da Unsina Hidrelétrica de Belo Monte. 

Bom, o que estamos tentando enfatizar nesse editorial desse mês é que, nós mulheres interessadas em mais autonomia para com nossos corpos, mais liberdade para a manifestação de nossas livres expressões, não podemos estar de olhos fechados para todos esses movimentos. Eles nos cercam, eles nos pertencem, eles nos afetam. Igualdade deve ser distribuídade de forma integral. Nós que estamos à frente de poucos, meia duzias, muitos...não importa, podemos ser capazes de abrir espaços de dialogo para movimentos de igualdade em nossa sociedade. 

Essa é minha sugestão para este novo recomeço: meditem em como:
- tudo isso me afeta?
- Onde posso contribuir mais?
- Onde tudo isso interfere em meu corpo e nas minhas decisões?
- como me relaciono com essas necessidades e mudanças urgentes?
- Eu sou mesmo livre?

Para saber mais: 
+ Vídeo #MarchadasVadias Brasília. 

Outros links:

+ em São Paulo:

#BeloMOnte
http://noticias.r7.com/economia/noticias/organizacoes-de-direitos-humanos-protestam-na-onu-contra-belo-monte-20110604.html




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quarta-feira, 25 de maio de 2011 Post By: circulosagradodevisõesfemininas

Cerimônia de Lua Nova, 01 de JUNHO, quarta, 20hs.

O convite esse mês é para a reflexão de nossas escolhas enquanto potências para a formação de cultura. Mas a pergunta é: que nova cultura queremos para tod@s!? 


O mês de maio foi marcado por muitas oportunidades de reflexão sobre nosso lugar no mundo. Tivemos espalhado pelo BRasil e o mundo, ações, congressos e divulgação de pesquisas sobre a sáude feminina e a violencia contra a mulher. 


A LUA NOVA de Junho será justamente na semana Internacional do Meio Ambiente. Pede a reflexão diante das ações efetivas que estamos tendo com nossa casa: o corpo e a Terra. Essas escolhas são sustentáveis? O que podemos fazer? Onde posso, individualmente, contribuir? Tenho, cada vez mais, aberto espaços em mim para autenticidade, sendo assim, sustentável com meu ser? Tenho sido honesta com minhas formas de consumo e escolhas? 


Perguntas não nos faltam, mas e a ação, estamos efetivamente abertas para ela? 


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Chile - Santiago
Argentina - Rosário

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dia 02, QUARTA, às 20hs!!!

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Contato: cladosciclossagrados@gmail.com

domingo, 8 de maio de 2011 Post By: )o( Aflora Mujer )o(

Vídeo del Taller Elijo sanar mi linaje femenino

Y 21 mujeres eligieron vivir este encuentro sanador...

Las invito a ver el vídeo del taller " elijo sanar mi linaje femenino"

Próximo taller a fin de Mayo

¡¡¡ Las esperamos¡¡¡¡
Aflora Mujer.



sábado, 7 de maio de 2011 Post By: circulosagradodevisõesfemininas

Depois de passar fome, Waiãpi é a primeira mulher indígena a virar militar no Brasil

Fabíola Ortiz
Especial para o UOL Notícias
No Rio de Janeiro



Do interior da floresta amazônica, aos 14 anos, ela resolveu ir para a cidade, mendigou e passou fome, aprendeu a ler e foi condecorada com diversas medalhas de literatura. Estudou artes, foi atleta, virou fisioterapeuta e cursa hoje a terceira graduação em saúde. Essa é a trajetória de Silvia Nobre Waiãpi que, aos 35 anos, tornou-se a primeira militar indígena a integrar as Forças Armadas no Brasil, no último dia 3 de fevereiro.
A índia disputou uma vaga com 5.000 candidatos e foi aprovada com uma das melhores pontuações no Centro de Preparação de Oficiais da Reserva do Rio de Janeiro, onde concluiu o treinamento e hoje serve no Hospital Central do Exército como aspirante. Depois de seis meses, será promovida a 2º tenente.
“Eu queria estudar, mas enquanto mulher indígena era muito difícil”, contou ao UOL Notícias. Natural do Estado do Amapá, Silvia nasceu na aldeia da etnia Waiãpi no Parque Indígena do Tumucumaque, extremo norte do país, na fronteira com a Guiana Francesa. Os cerca de 700 Waiãpi que existem hoje ocupam, há mais de dois séculos, os confins da Amazônia brasileira, entre os rios Jari, Oiapoque e Araguari. Da aldeia ao centro urbano mais próximo são, pelo menos, dois dias de viagem de estrada de terra batida e barco.
Silvia conta que, aos 4 anos, sofreu um grave acidente e ficou hospitalizada por meses na capital Macapá. “Aproveitei para estudar”, afirma.
A índia se tornou mãe aos 13 anos, decidiu abandonar a aldeia e se mudar para o Rio de Janeiro. “Vim sozinha. Não conhecia ninguém, dormi nas ruas por alguns meses. Eu tinha uma pedra, que acreditava que era sagrada, e a vendi para comer. Com aquele dinheiro eu consegui comer uns dois dias. Depois comecei a vender livros de porta em porta”, lembra.
Ainda adolescente, Silvia começou a declamar poesias e diz que foi incentivada a escrever pela Associação Profissional de Poetas do Estado do Rio (APPERJ). Ela resolveu estudar artes e ganhou prêmios por seus poemas: a medalha Cultural Castro Alves, a medalha Monteiro Lobato e também um prêmio de jovem escritora da Academia Literária Feminina do Rio Grande do Sul.
“Eu a conheci novinha, lembro perfeitamente daquele período. Era muito esperta, ativa e simpática. Eu tinha um carinho enorme por ela”, conta Messody Benoliel, uma das sócias fundadoras da (APPERJ). Hoje, aos 77 anos, Messody lembra que, no início dos anos 90, Silvia frequentava os encontros literários todas as terças-feiras, em Copacabana. “Eu a considero uma profissional. Ela entrava no palco e declamava muito bem as poesias.” Os poemas, lembra, falavam sobre temas da floresta. A última vez que as duas se encontraram foi num evento em 2010. “Para mim é uma surpresa saber que a Silvia é a primeira índia no Exército”, disse.

Da arte para o esporte

O esporte foi a paixão seguinte da indígena. Disposta a aprender a correr, ela foi motivada por um técnico do clube Vasco da Gama. “Me apaixonei pelo esporte”, disse Silvia, que deixou as artes e direcionou os estudos para a área da saúde e fisioterapia ligada ao esporte.
“Não me causa espanto que ela tenha sido a primeira índia a entrar para o corpo das Forças Armadas”, disse ao UOL Notícias Cristiano Viana Manoel, 27, fisioterapeuta que durante quatro anos acompanhou de perto a trajetória de Silvia como atleta. “Nos conhecemos na concentração de atletas que o clube tinha em Teresópolis. Éramos sete homens e três mulheres e uma rotina intensa de treinamento. A Silvia se dedicava muito tentando se superar. Eu digo superação porque, na época, ela sofria de problemas de saúde e às vezes passava mal e até chegava a desmaiar nas competições.”
O caminho dos colegas voltou a se cruzar em 2003, quando estudaram fisioterapia juntos na Unisuam (Centro Universitário Augusto Motta), no Rio. Lá eles formaram uma equipe de atletas que recebiam bolsa da universidade para competir. De atleta, Silvia passou a ser coordenadora da equipe de atletismo na universidade. “Nós fomos tricampeões no circuito esportivo da Universidade de São Paulo, conhecido como a Volta da USP em 2003, 2004 e 2005”, relembra Cristiano.

Aprovada na Marinha e Exército

O contato de Silvia com o mundo militar se deu quando trabalhava como fisioterapeuta e acompanhava um grupo de fuzileiros navais. Resolveu concorrer à carreira de militar e prestou concurso em 2009, quando foi reprovada. Tentou pela segunda vez, no ano seguinte, a Marinha e o Exército.
“Fui aprovada nos dois e escolhi o Exército. A seleção foi dura, fui convocada para fazer prova oral, teve análise de títulos e currículo, depois fiz um teste físico”, afirma.
Na formação de 45 dias para ser oficial do Exército, Silvia era uma das 37 mulheres no treinamento. Hoje, ela divide o seu tempo no Exército, em cursos de especialização em saúde pública na UFF (Universidade Federal Fluminense), gênero e sexualidade na UERJ (Universidade do Estado do Rio de Janeiro) e está começando agora a cursar a sua terceira graduação, em gestão hospitalar numa universidade particular.

Retorno para a aldeia

Desde que deixou sua aldeia, Silvia voltou apenas quatro vezes para visitar o povo Waiãpi. A última vez foi há sete anos. “É muito longe e caro. Cada vez que vou lá é uma surpresa. Às vezes a gente se fala por telefone quando eles estão numa outra aldeia de povos amigos, que tenha sinal de telefone.”
Na sua aldeia, nem todos os índios sabem falar português e os mais velhos “preferem não saber o português”.
Silvia acredita que carrega a responsabilidade de “abrir espaços ainda não alcançados”. Como colaboradora do Conselho Nacional da Mulher Indígena (Conami), ela defende o fortalecimento da expressão dos povos indígenas. “Quero abrir uma nova ponte para mulheres índias no Brasil, não só nas Forças Armadas, mas em outros segmentos. Já tenho amigas que disseram que agora vão se preparar para entrar nas forças.”
Hoje, Silvia vive com seus três filhos e uma neta de quatro meses no Rio de Janeiro. Ela casou recentemente com um militar do Exército. Quando veio ao Rio, a índia já era mãe de Ydrish, hoje com 22 anos e estudante de farmácia. Depois, aos 15 anos, Silvia teve Tamudjim, que cursa direito, e, cerca de dois anos depois, teve Yohana, que está começando a estudar relações internacionais.

Primeira mulher indígena a virar militar no Brasil

Foto 5 de 8 - Imagem mostra Silvia Nobre em sua aldeia da etnia Waiãpi, no Parque Indígena do Tumucumaque, extremo norte do país, na fronteira com a Guiana Francesa Arquivo pessoal

FONTE: Retirado dia 07 de maio de 2011. 

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